MP arquiva caso de startup que teria rastreado 60 milhões de celulares

22,6 milhões de brasileiros já foram vítimas de ‘golpes amorosos’
20 de fevereiro de 2020
No deserto, Israel se afirma como referência na indústria da inovação
21 de fevereiro de 2020

A Comissão de Proteção de Dados Pessoais do MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) arquivou, nesta quinta-feira (20), um inquérito de 2018 que investigava a empresa recifense In Loco, que criou um sistema capaz de rastrear 60 milhões de celulares no Brasil.

A rede de geolocalização rastreia os usuários em ambientes abertos e fechados, como escritórios. Para isso, a pessoa deve fazer o download de aplicativos vinculados e, com isso, é cedida a permissão para o rastreamento de suas atividades em tempo integral.

Informações obtidas com exclusividade por VEJA, em setembro de 2018, detalhavam que faziam parte da rede aplicativos como PSafe e Turma da Galinha Pintadinha. Juntos, os 60 milhões de celulares no Brasil geravam, na época, 250 bilhões de novos pontos de localização por mês.

A decisão do arquivamento veio após 15 meses de investigação, período em que a startup atuou em cooperação com o MPDFT. A empresa detalhou o software de localização que desenvolveu, e a conclusão foi de que seguia os padrões exigidos pelo Marco Civil da Internet e, a partir deste ano, também da Lei Geral de Proteção de Dados. Os dados dos usuários eram obtidos de forma legal e mantidos em segurança. 

Confira os produtos da Etiquetaria Paulista!

Acesse:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *